Nessa última sexta-feira, primeiro de fevereiro de 2013, o mundo da parapsicologia perdeu um de seus mais conhecidos (e investigados) sensitivos, o biólogo, artista e escritor Ingo Swann, então com 79 anos.
Swann, o “mais testado porquinho-da-índia da parapsicologia”, como foi apelidado por um colega escritor, colaborou como sujeito em dezenas de experimentos científicos realizados por universidades, instituições privadas e governamentais, incluindo o controverso Projeto Stargate, mantido pela Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana, que investigou o possível uso de faculdades parapsíquicas – especialmente a clarividência – para fins militares.
Apesar de atuar em diferente frentes da pesquisa parapsicológica, o foco de sua atuação deu-se sobre a visão remota, nome que adotou para referir-se à capacidade de observar eventos à distância, com os “olhos da mente”.
Sobre o assunto, publicou diversos livros e alguns esparsos artigos em periódicos científicos. Com o advento da internet, instituiu uma página chamada Superpowers of The Human Biomind, por onde passou a veicular seus novos trabalhos e idéias sobre visão remota e o desenvolvimento dos potenciais parapsíquicos.
Sua autobiografia, chamada “Visão Remota – A Verdadeira Histórica”, foi publicado diretamente na internet e inclui relatos sobre alguns dos mais conhecidos episódios de sua carreira, como sua participação em pesquisas militares, seu experimento de visão remota sobre o Planeta Júpiter (pouco antes da viagem da sonda Voyager) e o rompimento com a Associação Americana de Pesquisas Psíquicas, com a qual colaborou durante muitos anos. A íntegra da obra pode ser acessada aqui.

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